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Alessandro Magalhães, secretário municipal de saúde de Aparecida de Goiânia. Foto. Wigor Vieira

Saúde de Aparecida investe na qualidade dos serviços prestados

“Temos o desafio de melhorar cada vez mais a qualidade assistencial que tem sido prestada pelas nossas unidades. É uma determinação do prefeito Gustavo Mendanha e uma prioridade dessa gestão”, enfatiza o secretário de Saúde de Aparecida, Alessandro Magalhães. Há cerca de um ano e três meses à frente da pasta, ele faz um balanço positivo das realizações destacando os principais avanços e ressalta que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) trabalha com foco no fortalecimento da atenção básica e no aprimoramento do setor em todos os níveis.

Alessandro Magalhães cita, dentre as principais realizações dos últimos 15 meses, a entrega do Hospital Municipal (HMAP) e as melhorias na atenção prestada nas três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da cidade com atendimentos além do que é preconizado pelo Ministério da Saúde (MS): “Temos em cada UPA de 7 a 8 médicos por turno de 12 horas, ao passo que o MS recomenda 5. Na nossa rede de Urgências já temos atendimento ortopédico e de psiquiatria, Raios X e laboratórios 24h.”

Foco na atenção primária

Ele também aponta o desafio de fortalecer as Unidades Básicas de Saúde (UBS) em Aparecida: “Uma atenção primária eficiente é fundamental, é o que nos permite tratar melhor os hipertensos, os diabéticos, as gestantes e todos os demais pacientes que não precisam de atendimento de urgência. Aparecida tem cerca de 600 mil habitantes e essa é uma missão que demanda tempo e não permite retrocessos. Entregamos quatro UBS e mudamos o Centro de Especialidades de um prédio alugado para uma sede própria num local que estava em construção desde 2010. Em breve a unidade será inaugurada oficialmente já com toda a estrutura necessária”.

O secretário relata que em sua gestão foi concluída a troca de toda a frota do SAMU, agora com 10 ambulâncias novas, e estão sendo reformadas UBS que foram construídas há cinco anos. Com fluxo aprimorado para a realização de exames, atualmente, a média de espera é de cerca de 10 dias para serem feitos no município, mesmo os mais complexos, como tomografias e ressonâncias. Quanto às consultas especializadas, a média de espera é de 20 a 30 dias, com exceção de casos específicos que podem demorar mais por dependerem de parcerias com a Capital ou por serem de especialidades pouco disponíveis nas esferas pública e privada.

“Fala-se muito em financiamento, um problema dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), mas o aprimoramento da gestão é primordial. Para tanto, já firmamos duas parcerias com Hospital Sirio-Libanes (HSL). Na primeira implantamos o projeto Lean nas UPAs, o que reduziu em mais de 100% o tempo de espera dos pacientes por atendimento. Na segunda consolidamos a Gestão por Resultados para todas as UBS e para o HMAP com a aplicação de índices, parâmetros e metas a serem cumpridas em todas as unidades da Saúde do município. E mais: também estamos conversando com o HSL sobre um possível terceiro convênio, dessa vez de telemedicina, no qual nossos profissionais contarão com a excelência dos médicos da instituição para tirar dúvidas”, afirma o secretário.

Ao assinar a segunda parceria com Aparecida, no último 12 de julho, o diretor geral do HSL, Paulo Chapchap, elogiou a gestão da Saúde e o trabalho dos profissionais e destacou: “Estamos construindo aqui um exemplo para o Brasil de uma integração público-privada em benefício dos cidadãos. A Atenção Básica em Aparecida está muito bem estruturada e encontramos aqui uma oportunidade para transferirmos conhecimento e acompanharmos o resultado dessa transferência.”

A respeito do montante investido na Saúde, o prefeito Gustavo Mendanha lembra que “as cidades têm a obrigação constitucional de investir 15% de seu orçamento na Saúde, aqui investimos até 25% mensalmente” e propõe uma aliança estadual em prol da Saúde “para que não haja prejuízo para ninguém e todos possam ser atendidos dignamente”. Segundo ele, “nossa meta é ofertar para as pessoas na rede pública a mesma qualidade da rede privada. O HMAP é a maior prova disso e não paramos por ai, temos projetos para uma nova maternidade e um hospital de combate ao câncer.”

Fonte: Polliana Martins / Foto: Wigor Vieira

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