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Receita estadual arrecada R$ 1 bi a mais que em 2018

Arrecadação de tributos do Estado alcança R$ 9,7 bi no primeiro trimestre de 2019. ICMS lidera a lista, com R$ 8,2 bilhões acumulados

A arrecadação de tributos administrados pela Receita Estadual alcançou R$ 9,73 bilhões nos seis primeiros meses de 2019. A cifra significa R$ 1 bilhão a mais de receita em relação ao mesmo período de 2018. O destaque do período foi o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), com receita acumulada de R$ 8,27 bilhões, 10,64% maior do que o primeiro semestre de 2018. Em seguida está o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), com R$ 671 milhões, 9,20% maior do que o mesmo período do ano anterior.

O único tributo que apresentou queda na arrecadação foi o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD), 3,02% menor no primeiro semestre deste ano. A queda pode ser explicada pelo benefício de redução de base de cálculo, que vigorava no mesmo período do ano passado, incentivando o recolhimento do imposto na ocasião.

Outra receita de destaque é o fundo Protege Goiás, que cresceu 48,23% de janeiro a junho deste ano, cerca de R$ 106 milhões a mais do que o mesmo período do ano passado. A maior parte é decorrente do aumento de alíquotas acordada entre governo e empresários no final último ano. No entanto, a arrecadação esperada do fundo no primeiro mês de validade do acordo (maio) era de R$ 84 milhões, sendo arrecadado apenas R$ 53 milhões no mês, indicando que o valor projetado de R$ 1 bilhão pode não ser alcançado ao final de 12 meses.

Os números são comemorados pelo presidente do Sindicato dos Funcionário do Fisco do Estado de Goiás (Sindifisco-GO), Paulo Sérgio do Carmo. “Resultado do trabalho incansável dos auditores fiscais goianos, que, não obstante até o momento não terem recebido o salário de dezembro, vêm cumprindo fielmente a sua missão de Estado. Entendemos também ser fundamental que o Fisco atue em setores estratégicos ligados à gestão e controle da aplicação dos recursos oriundos da arrecadação tributária, uma vez que, em razão da elevada capacidade técnica dos seus membros, alcançar-se-ia uma maior eficiência na equação fiscal do estado”, afirma.

Fonte. Kasane 360 Assessoria

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