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Jovem com bandeira gay. (Foto: Drew Angerer / Getty Images)

Meninas são maioria na busca por mudança de sexo no Reino Unido

“Garotas vulneráveis ​​estão sendo usadas pelo movimento transgênero”, acredita ativista

A única clínica de gênero infantil da Inglaterra tem visto um aumento significativo em meninas que buscam transição para o sexo masculino, a maior proporção já registrada.

Segundo informações do The Times, 3/4 das crianças que buscam assistência médica para transição de gêneros são meninas.

“Em todas as idades, a ascensão de todo o ano foi explicada pelas meninas. O número de meninos encaminhados, 624, foi o mesmo do ano passado. O número de meninas foi de 1.740, ou 74% dos pacientes no serviço”, diz representantes da instituição.

Também se notou o aumento do número de crianças com menos de 14 anos que buscam a clínica Tavistock, em Londres, para iniciar o mudança, sendo 54% dos pacientes com 14 anos ou menos.

O número de crianças de 13 anos em busca de tratamento aumentou em 30% em um ano, sendo 331 no total. Os encaminhamentos de crianças de 14 anos aumentaram em um quarto, totalizando 511 novos pacientes. O número de crianças de 11 anos aumentou 28%. Ainda segundo a clínica, o paciente mais jovem tinha apenas 3 anos.

Mudança de sexo é prejudicial

Segundo a ativista de direitos das mulheres Venice Allan, do grupo Standing for Women, a ideologia transgênero prejudica desproporcionalmente mulheres e meninas e por isso ela está preocupada com essas informações.

“Ninguém nasce no corpo errado e nenhuma quantidade de hormônios ou cirurgia pode mudar nosso sexo. Os jovens são enganados por adultos em quem deveriam poder confiar: professores, médicos, políticos e até mesmo seus próprios pais que estão possibilitando um tratamento médico irreversível”, lamentou

Para ela, que foi expulsa do Partido Trabalhista da Inglaterra por ser contra a transição de gênero, as jovens estão optando pela mudança de sexo por se sentirem incapazes de aderirem a feminilidade em uma cultura hipersexualizada. “Assim elas são enganadas e acham que, uma vez que não podem se adequar a esses padrões, devem então significar que não são realmente mulheres”, explica.

“Garotas vulneráveis ​​estão sendo usadas pelo movimento transgênero para desestigmatizar o que é essencialmente um fetiche sexual masculino”, declarou ela ao site The Christian Post.

Fonte. Prime Gospel

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