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Ex-presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón. Foto. Divulgação.

Jayme Rincón e Júlio Vaz, presidente da Codego, são presos pela PF, em Goiânia

O ex-presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón, e o atual presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), foram presos na manhã desta quinta-feira (6/12), em Goiânia, na Operação Confraria. A operação, realizada pela Polícia Federal, é um desdobramento da Cash Delivery, deflagrada em outubro deste ano, que chegou a prender preventivamente o ex-governador Marconi Perillo.

Segundo informações apuradas pela reportagem do Dia Online, agentes da PF estão, neste momento, no gabinete civil do Palácio das Esmeraldas, cumprindo mandados. Meire Cristina foi levada pela polícia.

Ao todo, 50 policiais federais estão cumprindo 10 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de prisão temporária, além de sequestros de imóveis, nas cidades de Goiânia/GO, Caldas Novas/GO, Aruanã/GO, Brasília/DF e Búzios/RJ, todos expedidos pela 11ª Vara da Justiça Federal em Goiânia.

Os investigados foram indiciados pelos crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção. O nome da operação faz alusão às frequentes reuniões entre os investigados, com o fim de planejarem as atividades ilícitas.

Operação Cash Delivery chegou a prender Jayme Rincón e Marconi Perillo

A Operação Cash Delivery foi desencadeada a partir de investigação depois de delação de executivos da Odebrecht, que alcança empresários, agentes públicos e doleiros pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Ao todo, foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão temporária, expedidos pela 11ª Vara da Justiça Federal de Goiás, nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Pirenópolis e Aruanã, Campinas e São Paulo. O ex-presidente da Agetop, Jayme Rincón, e o ex-governador do Estado de Goiás, Marconi Perillo, chegaram a ser presos preventivamente, obtendo um Habeas Corpus logo depois.

Durante a ação, foram apreendidos R$ 940.260 na casa de Márcio Garcia de Moura, policial militar e motorista de Jayme Rincón. Outros R$ 79 mil foram apreendidos na casa de Jayme, além de 2,4 mil euros, 80 libras esterlinas, 101 dólares e 15 pesos argentinos.

 

 

 

Fonte. Dia Online

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