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O biochip é instalado entre o polegar e o indicador, o local é indicado porque é de fácil utilização e não tem tantas terminações nervosas, o que facilita na hora da inserção. Foto. Reprodução/Internet

Biochip já está implantado na mão de alguns brasileiros. Será o cumprimento da profecia de João?

Senhas, chaves e pagamentos todos codificados por um minúsculo biochip do tamanho de um caroço de arroz. A nova tecnologia é opcional, e cresce o número de adeptos no Brasil

Um dos primeiros brasileiros a colocar o biochip, é o executivo-chefe da Project Campany, uma das empresas que produz e vende o chip. “Minha casa é totalmente tecnológica e consigo abrir e fechar todas as portas com o biochip, além de dar partida no carro”, diz Antonio Dianin, executivo-chefe da Project Company.

O biochip é instalado entre o polegar e o indicador, o local é indicado porque é de fácil utilização e não tem tantas terminações nervosas, o que facilita na hora da inserção. Aliás, esse parece ser o momento mais temido por quem quer testar a nova tecnologia. Não há necessidade de anestesia, porque a região não é muito sensível a picada.

Criador do biochip NFC e CEO da única empresa na América Latina que o comercializa – a Project Company, sediada no Paraná –, Antonio Henrique Dianin, 30 anos, é um inventor nato. Foto. Reprodução/Internet

O biochip é dividido em duas partes: uma memória, que funciona como um pen drive, onde são armazenados arquivos, como cartões de visita e informações de saúde; e outra criptografada, onde ficam as senhas e os códigos de acesso.

No Brasil, é possível comprar o biochip pela internet; a Project Company, por exemplo, vende por R$ 349. A inserção fica por conta do usuário, que pode procurar um profissional especializado na colocação de piercing.

Marca da besta   

A bancada evangélica na câmara dos deputados discorda da implantação e adoção da nova tecnologia aqui no Brasil. Na Câmara dos Deputados, por exemplo, um projeto de lei do deputado Missionário José Olímpio (PP/SP) tenta proibir a implantação de biochips em território nacional.

“Há um grupo de pessoas que busca monitorar e rastrear cada passo de cada ser humano, a fim de que uma satânica Nova Ordem Mundial seja implantada”, Missionário José Olímpio, deputado federal (PP/SP).

O que de fato o apóstolo João viu?

Há aproximadamente 2000 mil anos, o apóstolo João se encontrou preso na Ilha de Patmus (Grécia) devido a perseguição romana aos cristãos. E, em visão recebeu a revelação do final dos tempos; tudo está registrado no último livro da bíblia sagrada, encontrado como Apocalipse. No capítulo 13, verso 16 e 17, está as seguintes palavras:

“O biochip não é a marca da besta, assim como o Papa Pio XII, nem o Papa João Paulo II eram o anticristo”, resume, Ricardo Nascimento, mestre em Ciência da Religião. Foto. Divulgação.

“Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome”.

Ricardo Nascimento, mestre em Ciência da Religião, afirma que o que está profetizado em apocalipse vai acontecer, “Não vejo motivos para alarme quando se fala em biochip ou qualquer outro acontecimento escatológico, pois o que Deus planejou acontecerá e no momento que Deus determinou”.

Ainda, segundo o professor, o biochip é uma tecnologia inovadora, intrigante, mas que a dificuldade em implementar acabou tornando ultrapassada antes mesmo do seu uso, “assim como o telégrafo perdeu espaço rapidamente para o radiotelégrafo ou o Blu-Ray que não sobreviveu à SmartTV e nasceu praticamente morto”,  – pontua.

O professor Ricardo difere de alguns cristãos, quando diz que “, o biochip não é a marca da besta, assim como o Papa Pio XII, nem o Papa João Paulo II eram o anticristo”, resume.

Opiniões divididas

Segundo projeto, a proibição deveria valer para “Qualquer dispositivo eletrônico ou eletromagnético que permita rastreamento via satélite ou GPS (Global Positioning System), telefonia, rádio ou antenas. Quem produz o material, no entanto, afirma que isso não é possível com o implante disponível no mercado. “O biochip não permite o rastreio de pessoas. Não tem GPS, mesmo porque não tem bateria”, afirma, Antonio Dianin, executivo-chefe da Project Company.

“A implantação de chip em seres humanos poderá servir para facilitar e consolidar o sinal da besta”, argumentou, o deputado federal, João Campos (PRB-GO). Foto. Reprodução/Internet

O relator do projeto na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, o deputado João Campos (PRB-GO), disse que concorda com o “argumento de que a implantação de chip em seres humanos poderá servir para facilitar e consolidar o sinal da besta”, mas destacou em seu parecer que a tecnologia deve ser liberada para ser usada para fins de cumprimento de penas ou por quem o autorize. O texto foi aprovado pela comissão com as alterações sugeridas por Campos e, em seguida, tramita na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.

 

Ana Paula Arantes

Voz da Metrópole

 

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