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A origem da ideologia de gênero

Muito se fala sobre a ideologia de gênero, mas a sua origem não é amplamente comentada. Então, de onde veio a ideologia de gênero ou como os seus apoiadores e defensores a chamam “diversidade sexual e de gênero”?   A palavra gênero como a conhecemos comumente, uma forma delicada de expressar o sexo biológico das pessoas, não tem nada de errado. Entretanto, os ideólogos e os teóricos de gênero e as feministas utilizam a palavra GÊNERO com outro sentido: o sentido político. Pois é por meio da ação política que está a verdadeira eficiência revolucionária (é assim que funciona a mente esquerdista). Mas eles não atuam apenas por meio do campo político (legislativo), o monstro revolucionário tem inúmeros meios de ação (tentáculos). Outro meio de ação preferido é o educacional, a ideologia de gênero, por intermédio de seus agentes, militantes e inocentes úteis infiltrados, é inserida cuidadosamente nas grades curriculares, nos materiais didáticos e nos planos de ensino de várias instituições educacionais brasileiras. A ideologia de gênero está sustentada e embasada nas ideias marxistas. Karl Marx, no século XIX, deixou inúmeros artigos e anotações sobre a origem da Família e da propriedade privada. Dessas anotações derivou um livro chamado A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado, o qual foi organizado e complementado por Friedrich Engels̶ o burguês que sustentou Karl Marx até os seus últimos dias de vida. Marx dizia que não adiantava expropriar os meios de produção dos capitalistas se a instituição opressora que nutria o capitalismo ainda estava intacta, isto é, a Família Natural (homem, mulher e filhos). De acordo com Engels (1884, p. 70-71): “O primeiro antagonismo de classes que apareceu na história coincide com o antagonismo entre o homem e a mulher na monogamia; e a primeira opressão de classes, com a opressão do sexo feminino pelo masculino”. O tal livro foi publicado em Zurique, no ano de 1884. Décadas se passaram até que as feministas marxistas, na década de 1960, resolveram realizar estudos acadêmicos e não acadêmicos embasados nas ideias de Marx (a luta de classes passou a ser luta dos sexos). Shulamith Firestone, em A Dialética do sexo (1970), diz: “O objetivo definitivo da revolução feminista deve ser (…) não apenas acabar com o privilégio masculino, mas também com a distinção entre os sexos. (…) assim como o objetivo da revolução socialista era não apenas acabar com os privilégios da classe econômica, mas também com a própria distinção que existia entre as diferentes classes econômicas”. Elas concordavam que a família é o instrumento burguês de opressão contra as mulheres, mas não existia uma base ideológica forte que serviria para desmantelar essa instituição extremamente opressora (vide o fracasso dos marxistas soviéticos, os quais não conseguiram destruir a instituição família). Elas, então, tiveram de concordar com Leon Trótsky: é impossível destruir a família, mas é possível substituí-la por alguma outra coisa. Isto apareceu aos poucos e evidenciou-se com os estudos dateoria crítica dos membros da famosa Escola de Frankfurt (a autoridade da família deveria ser desconstruída, desfeita, desmontada). O caso trágico da família Reimer foi a primeira experiência, com cobaias, da ideologia de gênero. Uma circuncisão malsucedida, pais jovens e inexperientes e as ideias absurdas e criminosas do Dr. John Money (um canalha que pensava unicamente nos seus próprios interesses, isso incluía a tentativa de transformar um menino em menina). O resultado não seria outro: tentativa de suicídio da mãe, alcoolismo crônico do pai, e delinquência e suicídio dos irmãos gêmeos Bruce e Brian. O Dr. Money, responsável por tamanha monstruosidade, não emitiu opinião alguma sobre o caso. O termo GÊNERO, com conotação política e manipulação linguística, apareceu pela primeira vez na Conferência sobre as Mulheres (1995), em Pequim. Os delegados que participaram da Conferência ficaram confusos com o termo “gênero”, questionaram o motivo de não usarem o termo “sexo”, mas no final aceitaram o termo e a proposta. DaleO’Leary, jornalista americana, autora do livro The Gender Agenda (1997) e participante da Conferência de Pequim, diz o seguinte: “A Agenda de Gênero navega nas comunidades não como um navio elevado, mas como um submarino, determinado em revelar-se tão pouco quanto possível”. A “perspectiva de gênero” tem de ser incorporada em todo programa e em toda a política, em cada instituição pública e privada. Quanto menos as pessoas comuns souberem, melhor será. Os organizadores da conferência divulgaram esta definição: “O gênero se refere às relações entre mulheres e homens baseadas em papéis definidos socialmente que se refiram a um ou outro sexo”. Os vários delegados que questionaram o termo “gênero” receberam de BellaAbzug, feminista e ex-congressista americana, a seguinte explicação: “O sentido do termo ‘gênero’ evoluiu, diferenciando-se da palavra ‘sexo’ para expressar a realidade de que a situação e os papéis da mulher e do homem são construções sociais sujeitas à mudança”. O registro mais antigo que se tem da expressão “ideologia de gênero” está na obra “Who StoleFeminism?” (Quem Roubou o Feminismo?), de 1994, escrita pela norte-americana Christina HoffSommers, doutora em Filosofia que se considera uma “feminista da equidade”, mas não uma “feminista de gênero”. Chama-se ideologia de gênero porque tudo isso não passa de um arremedo de teoria científica, que não se sustenta a si mesma, não tem comprovação científica alguma. É por isso que os ideólogos e teóricos de gênero, financiados por corporações multibilionárias (fundação Ford e fundação Rockefeller, por exemplo), são vagos, e não explicam nem provam a eficácia da teoria de gênero. Isto ficou provado, em 2010, no documentário norueguês, chamado Hjernevask (“Lavagem Cerebral”, em português), realizado pelo sociólogo e humorista Harald Eia. Harald ficou intrigado ao perceber que, mesmo com as pesquisas e os esforços de engenharia social para remover os “esteriótipos de gênero” sendo feitos e recebendo pesados investimentos financeiros, as mulheres continuavam a optar por profissões femininas e os homens por profissões masculinas. Depois de ir à Universidade de Oslo e entrevistar CathrineEgeland e JørgenLorentzen (sociólogos e “especialistas” do Instituto Nórdico de Gênero – NIKK, sigla sueca), Harald Eia levou as informações coletadas sobre os estudos de gênero a renomados cientistas do mundo todo, principalmente dos Estados Unidos e do Reino Unido. Resultado: os teóricos de gênero noruegueses foram motivos de risos e de fortes questionamentos, pois os estudos de gênero, realizados por eles, não passavam de pura teoria sem credibilidade e constatação científicas. A pancada nos teóricos de gênero, após a exibição do documentário, foi tão forte, que o Conselho Nórdico de Ministros (uma organização de cooperação interparlamentar entre Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia) decidiu cortar o financiamento ao Instituto Nórdico de Gênero – o qual chegou a ser dissolvido, migrando para a Suécia, passou a atuar com o nome Informação Nórdica sobre Gênero.   Para os ideólogos de gênero, o importante é agir silenciosamente através de inúmeros meios e criar várias oportunidades e possibilidades para que a ideologia de gênero seja disseminada em todos os lugares, custe o que custar. Fiquem atentos aos Planos Nacionais de Educação e às Bases Nacionais Curriculares, não deixem que essa gente sequestre e manipule as mentes de suas crianças. Lembrem-se: o inferno se anima e festeja, quando uma alma se perde.    Por: João Barbosa Soares Júnior – (Licenciatura em Geografia UNIFAP)

13 comentários

  1. Opaa,sapatao aqui

  2. Deturpam o que Marx escreveu e disseminam a bobagem, muita ignorância! Esse texto deve ser de uma ideologia religiosa, só pode, vai estudar povo!

  3. A verdade sempre prevalecerá!

  4. A verdade prevalecerá sempre

  5. Desculpa mais isso não e idiotice, eu vim de homem e de uma mulher Deus me fez mulher, e isso e fato essa ideologia de gênero veio pra causar confusão das cabeça das crianças, eu. Fiquei falada por muito tempo deixando vcs falar o que queria , VC querem mudar o que Deus constituiu querem respeito nais não nos respeita

  6. Ótimo texto e a verdade sempre será ruim para a mentira, mais ela a verdade sempre reina, doa em quem doer ,viva ao autor da verdade.

  7. Ótimo texto. Que possamos salvar as nossas famílias.

  8. excelente texto, e o seu conteúdo é salutar para as famílias e a sociedade. parabéns!

  9. Texto perfeito para reflexão. Muito bom mesmo.

  10. Quanta babaquice, hipocrisia, desinformação e imbecilidade em um único texto…

  11. Quem vai curtir esta idiotice? kkkkkkk

  12. tendenciosa e estúpida!

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